Categoria: Psicologia Social

Crença, emoção e identidade: por que reagimos mal a refutações?

  Uma característica curiosa de nossa mente é sua formidável aptidão para ignorar provas que porventura refutam nossas crenças. Mas a mente humana é gananciosa. Não se contenta em preservar crenças valiosas suprimindo contraprovas. Para garantir a perpetuação de uma crença nossa mente a faz reluzir com ainda mais ímpetoContinuar…

Jogos de soma positiva

  Um jogo de soma zero é uma interação na qual o ganho de um partido é igual à perda do outro partido — a soma dos seus ganho e perda é zero (mais precisamente, é constante passando por todas as combinações de seus cursos de ação). Partidas esportivas sãoContinuar…

O mais forte preconceito foi identificado

  Se você estivesse num comitê de seleção com a tarefa de escolher alguém para contratar (ou admitir na sua universidade, ou para receber um prêmio em seu campo), e se resumisse a dois candidatos que fossem igualmente qualificados em medidas objetivas, qual candidato seria mais provável que você escolhesse?Continuar…

Um duelo entre crenças e fatos: o efeito backfire

  Aparentemente, o jeito mais promissor de corrigir crenças defeituosas é apresentar contra elas evidências diretas. Curiosamente, não é o que sempre acontece. Na verdade, raramente acontece. Aliás, não apenas raramente acontece como existe uma grande probabilidade de que um indivíduo se apegue ainda mais fervorosamente a uma crença quandoContinuar…

Raciocínio motivado

  Por que, numa era em que temos a informação do mundo inteiro no fácil acesso dos nossos dedos, ainda há tanto desacordo generalizado entre as pessoas sobre fatos básicos? Por que é tão difícil fazer as pessoas mudarem de ideia acerca da verdade até diante de evidências esmagadoras?  Continuar…

A psicologia social de uma nação dividida

  Por décadas os psicólogos sociais têm demonstrado que nossos sistemas de percepção social estão recheados de vieses e erros. Tendemos a superestimar as características particulares dos outros como base para avaliar suas conclusões (Ross, 1977), a tratar membros de grupos artificialmente diferentes do nosso de modo negativo (Billig &Continuar…

Como a pobreza pune o cérebro

  A quantidade de recursos da mente humana é finita. O leitor provavelmente passou pela seguinte situação antes (embora, talvez, não nesses termos): quando está absorto tentando resolver um problema, como um computador com defeito, estará mais propenso a negligenciar outras tarefas, como se lembrar de dar banho no cachorroContinuar…